sábado, 26 de novembro de 2011

Mami Blue

Segundo longametragem de Miguel Ángel Calvo Buttini e protagonizada, entre outros, por Fele Martínez e por Chus Lampreave (sim, aquela dos filmes de Almodóvar), Mami Blue é um road movie desfarçado de comédia que narra a fuga de vários personagens presos à solidão em busca de carinho e amizade.
A trama central acompanha as aventuras de uma jovem hondurenha, imigrante na Espanha e de uma mãe cujo filho (Fele Martínez) quer interná-la em um asilo. Ambas decidem voltar à cidade de Huelva, na Andaluzia, mas no percurso terão de escapar de perseguições, atacarão um posto de gasolina, toparão com a Guarda Civil, e conhecerão um falso inglês que mudará suas vidas. Ainda que lhes custe, seu objetivo é chegar a uma discoteca chamada Mami Blue, local onde o filme terá um desenrolar inesperado.

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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Esperando Septiembre

Estreará, no próximo dia 11, nos cinemas espanhóis, o mais novo filme estrelado por Fele Martínez, Esperando septiembre. Confira a seguir maiores informações sobre o longa.

Sinopse: Em plena crise econômica, cinco amigos passam o quente verão de Madri esperando que a situação melhore em setembro, quando acaba a temporada de férias e a atividade econômica é retomada na cidade. É justo quando uma garota acha uma bolsa com bilhetes equivalentes a 20 milhões de pesetas (a antiga moeda espanhola). Depois de revelar seu segredo a quatro amigos, eles decidem trocar esse dinheiro por euros, discretamente, no Banco de Espanha. Mal sabem que se envolverão em uma aventura que mudará definitivamente suas vidas.
Elenco: Fele Martínez (Valentín), Natalia Erice (Luz), David Tenreiro (Esteban), Victoria Teijeiro (Carlota), Ana López (Rita), Pedro Almagro (Alex)
Roteiro e direção: Tina Olivares

Trailer:


Visite o site oficial: http://www.esperandoseptiembre.com/


Pela internet, os comentários e críticas são muito positivos a respeito da produção assinada por Tina Olivares:

Guia del Ocio.com
Tina Olivares, roteirista de produtora Globomedia, debuta na telona com Esperando Septiembre, uma comédia colorida, de tom agradável, que segue as peripércias e emoções de personagens muito próximos ao espectador e à realidade. Além da direção, a realizadora originária de La Mancha, também se ocupou da fotografia e da produção.

O camaleônico Fele Martínez (Tesis - Morte ao Vivo, Má Educação) segue demostrando seu lado mais cômico, depois de Don Mendo Rock ¿La venganza?. A seu lado, encontramos Natalia Erice e David Tenreiro, ambos vindos da TV. O filme recebeu o premio de melhor longa-metragem no Festival de Cinema de Castilla-La Mancha.



No site da emissora Antena 3, onde Fele trabalhou na série Física o química, há uma entrevista em video junto à matéria a seguir traduzida:

CINEMA AUTO-FINANCIADO COM A CRISE DE PANDO DE FUNDO
Esperando Septiembre, o cinema está doente
O cinema está doente. As pessoas já não vão mais às salas, os produtores já não dispõem de financiamento para fazer seus filmes e o debate sobre os downloads ilegais são bizantinos. Em tempos de crise nasce Esperando Septiembre, cinema que fala da crise, rodado na raíz da crise e que além disso, terá um preço anti-crise. Financiado pela própria diretora, conta em seu elenco com Fele Martínez.

Ultimamente se fala muito das "auto-produções". Esse filme é uma delas. A idéia nasceu quando a roteirista Tina Olivares ficou desempregada. Desconfiada das produtoras, decidiu pagar de seu próprio bolso essa movimentada comédia, uma fita feita sem financiamento que fala dos problemas que o dinheiro pode provocar.

Esperando Septiembre é a história de cinco amigos que representam cinco vieses da crise: o parado, o futuro parado, o opositor, a frustrada no trabalho e a explorada. A trama de desenrola quando, depois de uma horrível jornada de trabalho, Luz (Natalia Erice) encontra uma bolsa com 20 milhões de pesetas, sem saber que isso vai mudar sua vida, e não para o bem.

Depois de revelar o segredo para seus amigos, começa uma frenética corrida para conseguir trocar o dinehiro no Banco de Espanha. Pelo caminho, a necessidade fará aflorar o pior de cada um dos protagonistas. A película é uma comédia urbana (é possível reconhecer cada praça e cada rua da fita) bem costurada, sem truques e que consegue entreter se você entrar na sala de projeção despido de preconceitos.

Em meio a todo esse ar amador que invade o filme aparece Fele Martínez, imerso por completo na causa, longe da pesada e cara engrenagem das produções convencionais. "Nós todos participamos do projeto com o mesmo entusiasmo que em um filme que tivesse um patrocínio, uma produtora por trás". Talvez por não haver, Esperando Septiembre poderá ser visto por um preço anti-crise: 3 euros do dia 11 ao dia 17 de fevereiro na sala Berlanga em Madri.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Don Mendo Rock. ¿La venganza?

Dia 17 de dezembro estreou nacionalmente na Espanha o mais recente filme estrelado por Fele Martínez. Don Mendo Rock. ¿La venganza? conta a história de Inês (Maria Barranco), uma assistente social ingênua e esforçada que chega a uma aldeia andaluz com a missão de realizar uma atividade bastante especial: ajudar a montar a representação de "La Venganza de Don Mendo", que será dirigida por Juan (Antonio Resines), seu ex-colega de faculdade.

A intenção é conseguir que a população local participe da montagem e, de quebra, melhorar a convivência, que deixa muito a desejar, sobretudo com relação à segregação étnica. A peça será gravada por uma emissora de TV local e exibida para todos aqueles que quiserem rir com os maravilhosos versos de Pedro Muñoz Seca. Inês conta com o apoio de Paco Cañete (Manuel Bandera), tenente da Guarda Civil e casado com Lola (Paz Vega), uma bela mulher, porém frívola, que fica encantada com a idéia de ser a protagonista do evento.

O escolhido por Juan para interpretar Don Mendo é o cabo Goyito (Fele Martínez), que é também é artista e músico, sedutor, bipolar e mitomaníaco. Outro membro da Corporação envolvido no projeto é o sargento Perales (Juanjo Cucalón), casado com uma cubana que o faz ficar doente de ciúmes. Também atuarão Jazmín (Elena Furiase), filha do tenente, as meninas do bordel da cidade e uns asiáticos. Além de interpretarem os papéis, terão que cantar em muitos casos. Entre flamenco e rock, todos vão levando adiante a empreitada.

Finalmente conseguem, depois de confrontos e dificuldades, gravar seu sonhado espetáculo. Inês terá alcançado ao mesmo tempo um êxito nos campos profissional e amoroso, do qual há muito estava afastada.
Fonte: Cine 365


Veja o Trailer



Segue a crítica do site decine21.com:
Lançada em 1918 no Teatro de la Comedia de Madrid, "A Vingança de Don Mendo", do engenhoso Don Pedro Muñoz Seca, é uma das quatro obras mais representadas na Espanha, junto a "Don Juan Tenorio", "La Vida es sueño" e "Fuenteovejuna". Suas frases e trocadilhos espirituosos não apenas tem feito várias gerações rirem como continuam funcionando como no primeiro dia. É muito arriscado tomá-la como um leitmotiv de uma comédia, pois podem surgir comparações desagradáveis.

No entando, não preocupa ao veterano diretor José Luis García Sánchez o desafio de usar a obra como tema central. Seu filme, "Don Mendo Rock ¿La venganza?", narraos esforços dos moradores de uma aldeia em Andaluzia para gravar uma versão televisiva do famoso texto, em formato de musical. Várias figuras locais se envolvem no projeto, entre elas Lola, a mulher de um tenente da Guarda Civil que se propõe a todo custo interpretar Magdalena, a protagonista da obra, apesar de estar grávida.

José Luis García Sánchez representa um cinema espanhol mais ultrapassado, que é criticado por estar mais sujeito a receber financiamento do que atrair pessoas para os cinemas. Seu novo trabalho segue essa linha de algumas de suas comédias cantadas, como "La marcha verde" ou "La corte de Faraón", que buscam resgatar o espírito de Luis García Berlanda de "La vaquilla", diretor com quem partilha um dos nomes de batismo e um dos sobrenomes, mas não o talento cinematográfico. Antes, García Sánchez contava com o auxílio habitual do roteirista Rafael Azcona, mas após sua morte, teve de se virar sem ele.

García Sánchez explicou em entrevistas que o produtor José Frade recrutou-o para rodar uma adaptação da obra, e que ele aceitou com a condição de que se tratasse de um musical. Para isso contratou o músico Quico Veneno, que compôs canções a partir de versos de Muñoz Seca. O título do filme prenuncia uma adaptação roqueira... mas, no fim das contas, apenas aproveita a música em números intercalados de maneira forçada, e brevemente na representação final.

O resto do filme de José Luis García Sánchez foi preenchido com uma coleção de personagens histéricos e enlouqueciso, em situações absurdas, e com diálogos vergonhosos que demonstram um humor grosseiro e constrangedor. A presença de uma estrela tão solicitada internacionalmente como Paz Vega se explique pelo fato de que esla estava grávida na vida real e seria difícil ser contratada para outro filme. Aqui, acaba sendo totalmente irrelevante que sua personagem esteja grávida ou não, o que dá uma idéia da profundidade da produção.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

'DI ME QUE YO'

O que é amor?
O que é egoísmo?
Por que estão tão próximos?
Por que quando amamos alguém queremos tudo dessa pessoa?
E por que, em troca, nos custa tanto dar algo?
Por que uma dor cura outra dor?

Sinopse e ficha técnica:
Ele e Ela se conhecem no momento em que rompem com seus respectivos pares. Podem dois desconhecidos começar uma conversa cheia de censura mútua, discutir até gritar e finalmente se reconciliar apaixonadamente coo se fossem um casal?

DIREÇÃO: Mateo Gil
ELENCO: Fele Martínez e Judith Diakhate
DURAÇÃO: 15 min
Espanha, 2008



Confira o trailer e o curta na íntegra:

Trailer from Dime que yo on Vimeo.


Di me que yo from Dime que yo on Vimeo.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Um novo projeto a caminho


'Marta dibuja puentes' é mais um dos recentes projetos nos quais Fele está envolvido. Com roteiro e direção de Rafael Deltell e baseado no romance homônimo de Carles Cortés, o filme ainda conta com o diretor de fotografia Joaquín Manchado, as atrizes Teresa Hernando no papel de Marta, Neus Agulló no papel da avó e Esther Parpal como Marta na adolescência. Entre os atores, José Such encarna o personagem Sandro. A trilha sonora ficará a cargo do compositor Luis Ivars. O filme será rodado 85% em Alicante, terra natal de Fele, e o resto em Alcoy, Sagunto e Nápoles.
O escritor Carles Cortés, nascido em Alcoy em 1968, é professor de literatura catalã na Universidade de Alicante. Este é o segundo romance dele foi primeiramente publicada em catalão no ano de 2003 narra a história da jovem Marta.
Ao finalizar seus estudos, a protagonista decide ir como ouvinte a uma das universidades de Nápoles. Uma decisão difícil para uma jovem que tenta fugir de seu passado, dos conflitos da infância e da adolescência.
A trama se inicia quando Marta regressa a Alicante, depois de doze anos vivendo na cidade italiana. 'Marta dibuja puentes' é uma ode à união entre os povos do Mediterrâneo, explica o autor.

Fontes: Informacion.es e Lasprovincias.es

Mais sobre 'Carmo'

A seguir um vídeo e duas matérias interessantes com depoimentos do diretor brasileiro Murilo Pasta sobre o filme fruto de uma coprodução entre Brasil e Espanha e estrelado por Fele Martínez.

Vídeo do site Sete Magazine



Co-produção internacional de Murilo Pasta é selecionada para Sundance

Carlos Helí de Almeida, Jornal do Brasil09 de dezembro de 2009
RIO - O diretor Murilo Pasta hesita na hora de apontar uma nacionalidade dominante em Carmo, co-produção entre o Brasil, a Espanha e Polônia, que representará os três países no Sundance Film Festival, o maior festival independente do mundo, de 5 a 15 de janeiro.
Rodado entre Corumbá, em Mato Grosso, e São Paulo, com um elenco que combina atores espanhóis e brasileiros, como Mariana Loureiro (Abril despedaçado), Márcio Garcia e Seu Jorge, o longa-metragem será exibido na mostra competitiva World Cinema.
– É difícil afirmar que se trata de um filme brasileiro. Carmo é o resultado da conjunção da minha formação brasileira, da paixão pela cultura americana, mais especificamente pelo cinema dos irmãos Ethan e Joel Coen, e minha admiração pela publicidade britânica, para a qual trabalhei durante anos – comenta, durante os intervalos da gravações do seriado de TV 9mm, São Paulo, o cineasta de 47 anos, 18 dos quais na Inglaterra.
Pasta acredita, no entanto, que os espanhóis terão mais motivos para torcer pelo sucesso do filme no Sundance, porque “além de o cinema espanhol ter ido muito mal de bilheteria este ano, eles se sentem representados pelo ator Fele Martinez (Má educação)”, que faz par romântico com a atriz brasileira.
Dos brasileiros, o diretor, que estudou cinema na ECA-USP, espera muito pouco.
– Aqui, senti um descaso generalizado em relação ao projeto. Percebi um certo ciúme, por ter passado tanto tempo morando e trabalhando fora e vir fazer um filme no Brasil. Depois, quando Carmo ficou pronto, foi rejeitado pelo Festival do Rio e o de Brasília, que selecionou cinco documentários para a competição alegando que não tinha uma produção boa em ficção para premiar – lembra.
– Não reclamo por mim, mas acho uma afronta com os atores e os técnicos do meu filme. Gostaria que a seleção para o Sundance tivesse sido mais prazerosa, sem esse gostinho amargo de vingança na boca.
Carmo descreve a louca história de amor entre um jovem interiorana (Mariana), que sonha que emoções fortes, e o contrabandista (Martinez) que a raptou.
O roteiro, inspirado em um caso real, reproduzido em um jornal paulista, acrescenta detalhes inesperados, como o fato de o anti-herói andar em cadeira de rodas.
Na longa jornada comum, o casal de errantes topa com outros tipos estranhos, como dois bandidos extravagantes, interpretados por Seu Jorge e Márcio Garcia, e um músico de bar de beira de estrada, vivido por Zeca Baleiro (O compositor também escreveu canções para a trilha sonora).
– Apesar da aparência sinistra, os personagens do Márcio e do Seu Jorge são o contraponto cômico da história. Márcio está completamente descaracterizado, com próteses no nariz, dentes podres e aparência imunda. Eu o vi como um corcunda de Notre Dame tupiniquim – define Pasta.
– Quando convidei Seu Jorge, ele me disse que estava de saco cheio de fazer papel de traficante e morador de favela, que só faria um novo filme se fosse algo cômico. O que foi perfeito para o que imaginava para ele, um criminoso gay meio alucinado.
Antes de transformar a notícia de jornal em roteiro, o diretor já havia determinado que Carmo seria desenvolvido em forma de um road movie. Grande parte das cinco semanas de filmagem foi gasta nas estradas próximas da fronteira entre o Brasil e o Paraguai.
– É um gênero que dá aos realizadores uma liberdade genial. Acredito que as locações influenciam muito a equipe de um filme e, conseqüentemente, o produto. Também estava decidido a filmar longe de metrópoles. É um filme de fronteira – resume.
– Quando exibimos uma versão inacabada de Carmo para distribuidores durante o Festival de Cannes, um crítico do Hollywood Reporter o chamou de “terra de ninguém”, onde vale tudo. É a melhor definição para o espaço geográfico do filme.
Carmo fez sua estréia mundial no Festival de Varsóvia, em outubro. Pasta vê o Sundance como a plataforma ideal para o início de carreira do filme nas Américas.
Principalmente depois que o festival adotou oficialmente a política de selecionar produções mais positivas, “que não têm medo de agradar ao público”.
– Tenho a impressão de os americanos gostaram mais do filme do que os europeus, que preferem histórias pesadas, com ressonância política ou social. Carmo privilegia a narrativa. Sou fã dos cineastas americanos da era de ouro de Hollywood, como John Huston, Howard Hawks e Alfred Hitchcock – avisa Pasta.
Transcrito do JB Online



'Carmo' estreia em Sundance como um dos favoritosCo-produção brasileira traz o espanhol Fele Martínez e os brasileiros Mariana Loureiro, Seu Jorge, Rosi Campos

Da Redação, com EFE
19 de janeiro de 2009
Estreia nesta segunda, 19, em Sundance a co-produção entre Brasil, Espanha e Polônia, Carmo, dirigida pelo brasileiro Murilo Pasta. O elenco tem uma mistura de atores espanhóis e brasileiros. O protagonista é o espanhol Fele Martínez, mas o elenco traz ainda Mariana Loureiro (Abril Despedaçado), Rosi Campos, Márcio Garcia e o músico Seu Jorge. O filme está sendo considerado pelos organizadores o Slumdog Millionaire (produção indiana que ganhou quatro Globos de Ouro, inclusive o de melhor filme e direção, na semana passada) do Festival de Cinema de Sundance.
O filme, uma mistura de comédia romântica com road movie, narra a história de amor entre um paralítico que usa carreira de rodas e uma jovem que viajam pelo Brasil, Paraguai e Bolívia. No caminho eles encontram dois bandidos, vividos por Seu Jorge e Márcio Garcia. A trilha sonora do filme tem música de Zeca Balero, que também faz uma ponta, como músico de beira de estrada.
O diretor Murilo Pasta afirma à Agência Efe que há muita esperança depositada na produção. "Alcançarmos distribuição nos Estados Unidos depende muitíssimo de Sundance, porque os organizadores me procuraram para dizer que o filme entrou por unanimidade na seleção final e que é considerado o Slumdog Millionaire do festival", revelou o jovem. "Isso é muito bom de escutar, mas se vai se traduzir em encontrar um distribuidor, ainda não sei", admitiu o diretor novato, muito confiante na qualidade do filme, o qual deseja que seja visto pela maior quantidade possível de pessoas no evento.
"Fico muito mais preocupado com que o cinema esteja cheio do que como o filme será recebido, porque em geral está gostando e em uma primeira projeção extra-oficial houve uma resposta muito positiva", afirmou Pasta.
Pasta viveu no filme uma situação similar à ocorrida em Foi Apenas um Sonho, quando Sam Mendes dirigiu a esposa, Kate Winslet, em uma cena de sexo com Leonardo DiCaprio.
"Fele tem uma cena de sexo com Mariana (Loureiro) que é muito difícil, porque ela e eu nos casamos, temos uma filha de 10 meses e quando filmamos já estávamos juntos, mas ele foi super delicado, com uma ternura que toca ao ver o sofrimento desse paraplégico frente a essa mulher tão sensual e sexy", disse.
O elenco do filme conta com o músico brasileiro Seu Jorge e a atriz brasileira Rosi Campos, além de Fele Martínez, Mariana Loureiro, Márcio Garcia e Paca Gabaldón.
Transcrito de Estadão.com.br

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Tensión Sexual no Resuelta

Confira a sinopse se um dos mais recentes filmes de Fele Martínez:
Juanjo é um professor universitário com problemas. Foi abandonado por sua noiva Celeste e a culpa parece ser de uma escritora manipuladora chamada Jazz. Decidido a recuperar sua amada, Juanjo pede ajuda a um de seus alunos mais caras-de-pau, sem saber que a pérfida Jazz também conta com pessoas dispostas a ajudar-la. Neste jogo de paixão e interesse só faltam Rebeca, uma jovenzinha interessada em Juanjo; Nardo, em roqueiro que corre atrás de Celeste; e Lucía, uma bela misteriosa.
Sob o sugestivo título de "Tensión sexual no resuelta", há uma comédia de enredo que vai unindo vários personagens em torno de casos de amor e desamor, de interesse e vingança. O filme foi escrito e dirigido por Miguel Ángel Lamata, cineasta especializado em fazer o espectador rir, com histórias tão surrealistas como "Isi/Disi, alto voltaje" e "Una de zombis". Para sua terceira incursão em longas-metragens, Lamata contou com a produção de seu grande amigo e mentor Santiago Segura, além da presença de uma galeria de rostos televisivos que encaram papéis muito diferentes do que nos acostumamos a ver.
O triângulo amoroso que sustenta a improvável trama é compoto por Fele Martínez, Norma Ruiz (da série "Yo soy Bea") e Salomé Jiménez ("Una de zombis"). Junto a eles, outros atores da telinha como Amaia Salamanca ("Sin tetas no hay paraíso), Adam Jeziersky ("Física o química", série em que Fele participou de quatro episódios), Miguel Ángel Muñoz ("El síndrome de Ulises) e Pilar Rubio, que já aprontou das suas no mundo da interpretação em "Isi/Disi, alto voltaje". Finalmente, se destacam as participações especiais do humorista Joaquín Reyes e do próprio Santiago Segura.

Fonte: 20minutos.es