
Para aqueles que não estiveram pela Espanha, recomenda-se visitar os arquivos dos meios de comunicação daquele país porque seguramente qualquer um deles terá uma boa quantidade de informações relacionadas a este acontecimento. Para os mais preguiçosos, basta dizer que esse fato ocupou todos os noticiários do país ao tratar do que para muito foi um crime de estado.
Mas como é possível fazer um filme sem os direitos necessários para contar esta história? Muito simples. Rafael Robles, roteirista e diretor estava claro: bastava trocar o lugar da ação e, obviamente, os nomes dps protagonistas. Além disso, acrescentar algum outro personagem novo, assi como uma boa subtrama, conferindo mais dinamismo à narrativa e.. voilá! temos o filme.
O caso é que o resultado é mais do que ótimo para uma produção encabeçada por uma emissora que ha anos parecia sustentar-se a duras penas. Em adição, o trabalho da jovem equipe que realizou a fita é mais que admirável, levando em conta que para a maioria, incluindo o diretor, era a primeira vez que lidavam com um orçamento de quase um milhão de euros.
Fonte: Globedia
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